Crescimento Econômico Traz Felicidade?

economic-development-happinessCrescimento Econômico Traz Felicidade? Estudo recente compara PIB per capita e índice de satisfação de vida.

Enquanto em países mais pobres o crescimento econômico proporciona aumento na satisfação de vida – como esperado -, a partir de certo estágio de crescimento (em torno de 20 mil dólares), essa proporção torna-se menos evidente, atingindo seu pico próximo a 36 mil dólares. A partir daí, a satisfação de vida não apenas estabiliza, mas tende a cair. Ou seja, nos países ricos, o crescimento econômico provoca redução na felicidade.

Índices que medem a felicidade e a satisfação estão ganhando importância junto a líderes políticos e economistas, mas sua relação com os índices econômicos ainda não é clara. O estudo conclui que, no caso dos países mais pobres ou em desenvolvimento, o crescimento econômico proporciona um maior atendimento das necessidades básicas para uma maior parcela da população. À medida que essas necessidades são atendidas, o efeito sobre a satisfação torna-se mais fraco. A partir de uma renda per capita elevada, o crescimento econômico não atende mais a necessidades básicas, ao mesmo tempo em que induz expectativas mais altas.

A diferença entre a realidade e a expectativa tende a crescer em economias ricas, causando frustração pessoal, já que a condição desejada torna-se um alvo móvel que, com o crescimento econômico, afasta-se cada vez mais rápido.

Para saber mais, acesse o artigo original no ZeitNews.

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